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LINDOMAR MACIEL

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Concepções de Aprendizagem

A concepção integracionista, representada por cognitivistas como J. Piaget e Vygotsky, a postura do professor será totalmente divergente da empirista. O professor torna-se o mediador de todo o processo de aprendizagem. O aluno será o interagente. O conhecimento resultará da ação do sujeito (aluno) sobre a realidade e desta sobre o sujeito. A prática pedagógica pressupõe a atividade do aluno, seus esquemas de assimilação, bem como as ações docentes no sentido de favorecer a ampliação de tais esquemas. Nesta abordagem, o papel do professor será de "desequilibrado", provocando conflitos e situações problemáticas que estimulem a reversibilidade de pensamento e levem o aluno a questionar sua ação. Além disso, o professor deverá ser também "regulador", mediando às inter-relações dos alunos, dando ênfase a procedimentos democráticos e lúdicos.

Foi baseando-se nesta concepção integracionista que se buscou discutir o papel do professor e do aluno no ambiente colaborativo e quais as implicações que esta abordagem traz para aprendizagem na escola.
Especificamente as ferramentas colaborativas surgem como mecanismos adicionais à meta maior do ensino que é a aprendizagem. Os mecanismos que promovem a interatividade podem contribuir para que se tenha êxito pedagógico quando se utilizam estas ferramentas como meio de comunicação. No entanto, existem questões importantes no que se refere ao papel do professor, do aluno bem como das condições necessárias para que a interação se

Conclui – se, portanto, que interacionismo é a interação entre o individuo e a cultura, onde para VYGOTSKY, é fundamental que o individuo se insira em determinado meio cultural para que aconteçam mudanças no seu desenvolvimento.
Projetos  Didáticos

Os projetos didáticos podem tornar o ambiente de trabalho mais atrativo, motivado, enriquecedor, e até mesmo fascinante. Os projetos envolvem os alunos, os professores, a direção e a comunidade do lugar onde a escola esta inserida. Com a facilidade dos recursos tecnológicos, o espectro de abrangência se torna ainda maior. Pode-se dizer também que os projetos têm um fascínio maior por envolver até mesmo os alunos mais displicentes. E surpreendem por que podem tomar proporções além do esperado. O professor tem um papel importante, mas não maior que o dos outros envolvidos - alunos, direção, pais...

O que há de mais importante na realização de projetos didáticos é exatamente isso, a interação entre os alunos a comunidade escolar e a comunidade local. Há uma integração entre os alunos com as atividades em grupo, a construção do saber a partir da realidade vivida. O que se mostra em maior amplitude é a formação humanista destes alunos, com o exercício da cidadania.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A tecnologia e a sala de aula

Ultimamente, há muitos discursos sobre a importância de se utilizar recursos audiovisuais em sala de aula, pois os alunos estão em busca da internet, do vídeo-game, do DVD, dos jogos em rede quando estão de fora da mesma. Logo, as crianças e jovens estão habituados em um contexto em que a tecnologia computadorizada está em voga e o professor que não se adaptar, ficará para trás. A conseqüência disso pode ser uma sala desmotivada e indisciplinada.

Contudo, devemos nos ater à tecnologia digital como uma estratégia pedagógica adicional e, portanto, não é necessário que esteja em todas as aulas.

Mas o que fazer quando a escola não tem recursos tecnológicos para serem utilizados?

Neste caso, o professor não pode desanimar ou acomodar com aulas apenas de giz e quadro, a não ser que a escola exija. Há outras maneiras de introduzir as linguagens da mídia em sala, basta o educador improvisar e ser criativo.

O professor pode mandar pesquisas para casa sobre a linguagem verbal e não-verbal (gestos dos apresentadores ao passar uma notícia) no telejornal e depois trabalhar a persuasão; trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro nas aulas de História ou para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem e montar com os alunos sua própria rádio; propor aos alunos desenvolver o jornal da escola ou da sala; orientar uma pesquisa pela internet com sites educativos e direcionados pelo próprio professor, dentre outros.

O que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia-a-dia do aluno e cobrar do pupilo interesse pelas aulas. Os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Educação na Midia um curso de sucesso!


Bom, primeiramente agradeço a todos os que estão visitando o meu bloguer, e gostaria que vocês deixassem suas opiniões e também fico a disposição para ajudar no que for necessário em relação a essa avaliação.